28.1.08

Sarau de encerramento do semestre

Já estão disponíveis as fotografias do Sarau de encerramento do 1.º semestre.

O convívio foi, como sempre, fantástico.
A juntar à caipirinha, que tem vindo a aumentar tanto na quantidade como na qualidade, temos agora a sangria à Mário Gil. Uma especialidade e tanto!

A todos fica a promessa, ou a ameaça: há já quem fale na festança de encerramento do ano lectivo! Aguardamos propostas!

18.1.08

Festa de encerramento do 1.º semestre

Está marcado mais um sarau em São Vicente!

Trata-se de um convívio para festejar o encerramento do 1.º semestre a decorrer no dia 27 de Janeiro (domingo), a partir das 10h00.
O custo é de 10 euros, tudo incluído.
Como sempre estão convidados filhos, namorados, maridos, companheiros...

A confirmação deverá ser feita no máximo até dia 25, à tarde, ao Mário Gil ou ao Francisco.

(mariogvfernandes@yahoo.com ou mgfernandes@anam.pt; mooncelts@hotmail.co.uk -Francisco)

Alteração na data do Jantar da associação africana

Em virtude do dia 2 de Fevereiro ser sábado de carnaval, o Dr. João Matias sugere que o jantar organizado pela associação africana no restaurante A Parreira seja alterado para 8 de Fevereiro.

O jantar é gratuito (aperitivos, dois pratos africanos e sobremesa madeirense), faltando apenas pagar as bebidas (10 euros).

A turma deverá oferecer uma prenda original e que tenha o seu cunho.
Sejamos criativos!

8.1.08

I Congresso Internacional sobre o Humor numa Perspectiva Intercultural — "Humor que Une; Humor que Separa"

Congresso que se realiza de 10 a 12 de Janeiro 2008, na Universidade da Madeira

"No paradigma europeu de investigação científica, existem poucos estudos sobre o humor com um enfoque intercultural. Por um lado, dada a natureza global da comunicação nos nossos dias, importa perguntar qual o papel do humor na aproximação entre os indivíduos e na criação de uma comunidade internacional de falantes que partilham os mesmos princípios, estratégias e práticas discursivas. Por outro lado, as especificidades culturais de cada país e região contribuem mais para dividir do que para unir as pessoas, no que toca à fruição do humor. Além disso, ao nível da comunicação interpessoal, este duplo papel do humor é notório, por exemplo, nas dinâmicas de grupo.

Para submissão de resumos contacte ninita@uma.pt
Faça também aqui o download da ficha de inscrição.
Já disponível: Programa do Congresso "


Fonte: www.uma.pt

21.12.07

Crónica do Diogo

“Já chegámos à festa”!
(e outras “simples” expressões populares)

“Prontos” aí está a “festa”. A famosa “altura da festa” está aí.
Como se costuma dizer “estamos quase na festa”. O problema desta simples expressão é que nos “assombra” todo o ano. É vulgar associarmos um pouco de tudo o que vemos adiado na nossa vida à “festa”.

É o aumento que está prometido para a “festa”
É a promoção profissional que virá lá para a “festa”
É o treinador do Benfica que não chega à “festa”
São os melhores dias que chegaram lá por alturas da “festa”
É o arroz de pato que está prometido mas só lá para a “festa”

Tudo o que nos liga à esperança, está mais ou menos datado para alturas da “festa”.
Mas e agora?
E agora que “já estamos quase na festa”? Que outra data do ano vai “pagar as favas” dos planos e dos sonhos constantemente adiados? Olhem …“venha o diabo e escolha…” para usarmos mais uma “simples” expressão popular.

Mas não interessa! Estamos na “festa” e por isso deixemo-nos de tristezas, pois “tristezas não pagam dívidas”, vamos mas é “comer e beber até à lancha encostar”, pois, como vocês sabem, uma data é apenas uma data e “uma andorinha não faz a Primavera”. Não pensem em nada, pois “a pensar morreu um burro”, esperem pela “festa” para que os Vossos problemas se resolvam, pois afinal “estamos quase na festa” (de 2008…), são mais alguns “pozinhos” e estamos lá! Aliás já os nossos “antigos” diziam, “devagar se vai ao longe” ou também “as cadelas apressadas fazem os cachorros cegos”! Por isso “calma que o Brasil é nosso!”.
Amigos e Colegas, desejo a todos Vós, (do alto do meu semestre sabático) votos de Santo e Feliz Natal a todos, “saudinha da boa e força da rija”, espero que estejam todos bem, pois, e para usar mais uma expressão antiga, “nós cá vamos andando mais ou menos na paz de Cristo à espera de dias melhores”.

Um abraço deste Vosso Amigo e Colega Diogo.

20.12.07

Convite

1ª Colectiva do Centro Cultural e Desportivo da E.E.M.



Local de exposição: Rua do Carmo nº 76 no Funchal
Data: 31.12.2007 a 15.01.2008

10.12.07

Casa da Luz expõe obras de alunos de Milewski

"Um grupo de alunos e ex-alunos integrados desde 2005 no Atelier Quatroccento de Marcos Milewski é autor do conjunto de trabalhos artísticos que o Museu de Electricidade da Madeira - Casa da Luz apresenta ao público a partir de quarta-feira, dia 12 de Dezembro.As obras foram realizadas no âmbito do curso 'Actividades de Enriquecimento, Expressão Plástica / Pintura' promovido pela Direcção Regional da Juventude, Direcção Regional de Educação Especial e Reabilitação - Divisão Coordenadora de Apoio à Sobredotação.
Desde 1993 que o artista argentino Marcos Milewski organiza ateliers de técnicas de desenho e pintura para artistas de vários tamanhos.Nesta mostra em concreto, cruzam-se trabalhos de artistas que já andam pelas sua própria arte e outros que ainda estão a dar os primeiros passos. Em comum, apresentam uma obra emblemática. Ao todo estarão patentes ao público cerca de 25 pinturas divididas pelas técnicas a óleo, acrílico sobre tela e ainda, em número bem mais reduzido, a pastel.Apesar da diversidade de abordagens, a exposição, refere o formador, é coesa.A exposição ficará patente ao público até 11 de Janeiro de 2008, na sala de exposições temporárias do Museu de Electricidade. Pode ser vista de terça a sábado (excluindo dias santos e feriados das 10 horas até às 12.30 e das 14 às 18 horas. A entrada é gratuita.

Ensinar a arte de pintar por Marcos Milewski

"Pintar é partilhar a nossa maneira de olhar o mundo com os outros"."Ensinar a pintar é ajudar a 'dizer coisas' com lápis, pincéis e tintas."É mostrar como os instrumentos funcionam, é observar juntos coisas simples que se encontram à nossa volta: maracujá, um rosto, um poente visto pelas janelas partilhando a maravilha de ver cores, luzes, formas, o belo submerso nunca antes vislumbrado"."pintar e ensinar complementam-se", pois dá e recebe, ensina e aprende.Era imperioso "mostrar a imensa variedade de cores, estilos e modos de ver as coisas" dos seus alunos.É um modo de dar voz aos trabalhos."


Paula Henriques , in Diário de Notícias, 06-12-2007.

Fotografias da Conferência

Já estão disponíveis as fotografias da conferência alusiva ao tema "A vida e a Obra do Conselheiro Ayres de Ornelas", organizada pelos alunos de Ciências da Cultura.

6.12.07

"A vida e a Obra do Conselheiro Ayres de Ornelas"







Realiza-se já amanhã, dia 06 de Dezembro, a conferência organizada pelos alunos de Ciências da Cultura, "A vida e a Obra do Conselheiro Ayres de Ornelas", seguida de jantar oferecido pela Casa do Povo da Camacha.


Programa:
18:30 -
Abertura solene— Exma. Srª. Presidente da Casa do Povo;
18.45 - Magnífico Reitor da Universidade da Madeira, Prof. Doutor Pedro Telhado;
19:00 - “A Cultura e a Importância do Curso Ciências da Cultura” - Profª. Doutora Maria Teresa do Nascimento;
19.30 - Ingrid Robidas - Intercâmbio entre a Universidade Laval e a Universidade da Madeira;
19:45 - “O Ensino Religioso e a Origem do Folclore” - Prof. Doutor João Adriano Ribeiro;
20:15 - “A Vida e a Obra do Conselheiro Ayres de Ornelas” - Prof. Doutor Paulo Miguel Rodrigues;
21:00 - Presidente da Câmara Municipal de Santa Cruz.


Moderadores: Justino Rodrigues, Lénia Serrão e Rui Coelho;
Secretariado: Jorge Lucas, Bruno Guerra e Jessica Sousa.

4.12.07

Liberalismo, Neoliberalismo, Capitalismo e outros “ismos” …II

Liberalismo, Neoliberalismo, Capitalismo e outros “ismos” …(infelizmente com duras consequências sociais e humanas)

Melhor que as palavras, o exemplo palpável …(carta de um contribuinte ao ministro das finanças)

"Ex. mo Senhor Ministro das Finanças,
Victor Lopes da Gama Cerqueira, cidadão eleitor e contribuinte deste País, com o número de B.I. 8388517, do Arquivo de identificação de Lisboa, contribuinte n.º 152115870 vem, por este meio, junto de V.Ex.a para fazer uma proposta: A minha Esposa, Maria Amélia Pereira Gonçalves Sampaio Cerqueira, foi vítima de CANCRO DE MAMA em 2004, foi operada em 6 Janeiro com a extracção radical da mesma. Por esta "coisinha" sem qualquer importância foi-lhe atribuída uma incapacidade de 80%, imagine, que deu origem a que a minha Esposa tenha usufruído de alguns benefícios fiscais. Assim, e tendo em conta as suas orientações, nomeadamente para a CGA, que confirmam que para si o CANCRO é uma questão de só menos importância. Considerando ainda, o facto de V. Ex.ª, coerentemente, querer que para o ano sejam retirados os benefícios fiscais, a qualquer um que ganhe um pouco mais do que o salário mínimo, venho propor a V. Ex.ª o seguinte:
a) a devolução do CANCRO de MAMA da minha Mulher a V. Ex.ª que, com os meus cumprimentos o dará à sua Esposa ou Filha. (Se possível a todas as esposas e filhas de todos os governantes de Portugal...)
b) Concomitantemente com esta oferta gostaria que aceitasse para a sua Esposa ou Filha ainda:
c) os seis (6) tratamentos de quimioterapia.
d) os vinte e oito (28) tratamentos de radioterapia.
e) a angustia e a ansiedade que nós sofremos antes, durante e depois.
f) os exames semestrais (que desperdício Senhor Ministro, terá que orientar o seu colega da saúde para acabar com este escândalo).
g) ansiedade com que são acompanhados estes exames.
h) A angústia em que vivemos permanentemente.

Em troca de V. Ex.ª ficar para si e para os seus com a doença da minha Esposa e os nossos sofrimentos eu DEVOLVEREI todos os benefícios fiscais de que a minha Esposa terá beneficiado, pedindo um empréstimo para o fazer.
Penso sinceramente que é uma proposta justa e com a qual, estou certo, a sua Esposa ou filha também estarão de acordo.

Grato pela atenção que possa dar a esta proposta, informo V.Ex.a que darei conhecimento da mesma a Sua Ex.ª o Presidente da República, agradecendo fervorosamente o apoio que tem dispensado ao seu Governo e a medidas como esta e também o aumento de impostos aos reformados e outras...

Reservo-me ainda o direito (será que tenho direitos?) de divulgar esta carta como muito bem entender.

Como V. Ex.ª não acreditará em Deus (por se considerar como tal...) e por isso dorme em paz, abraçando e beijando os seus, só lhe posso desejar que Deus lhe perdoe, porque eu não posso (jamais) perdoar-lhe.

Atentamente,
Victor Lopes da Gama Cerqueira

19/Outubro/2007"

8.11.07

Liberalismo, Neoliberalismo, Capitalismo e outros “ismos” …

Liberalismo, Neoliberalismo, Capitalismo e outros “ismos” …
(infelizmente com duras consequências sociais e humanas)


Os conceitos de “sorte” ou de “azar”, como elemento essencial ao sucesso pessoal ou colectivo têm “evoluído” (?), sobretudo desde o final do século passado. Hoje em dia, mais que a “sorte” ou o “azar”, valorizamos o nosso (meu) trabalho, as nossas (minhas) qualidades, no aproveitar ou não das oportunidades que se nos deparam. Para o bem e para o mal...

Não quero vos maçar com os conceitos e ideias peregrinas, que, de tempos a tempos me assaltam, sobretudo quando me deparo com carências sociais e humanas na nossa cidade, mas quero vos chamar a atenção para o “como” analisamos o sucesso ou o insucesso dos outros e o “como” a nossa sociedade rapidamente nos classifica e condiciona (atenção, a todos nós, não apenas aos “outros”).

Hoje em dia ninguém classifica um mendigo simplesmente como um “homem sem sorte”. À mendicidade associamos (todos nós!) muitas vezes outros conceitos, como alcoolismo, “vadiagem”, preguiça, má-formação etc. Desprezamos (todos nós!) os valores humanos e a situação pessoal por trás de toda a situação de pobreza visível e, por outro lado, valorizarmos (todos nós!) os aspectos que nos desculpabilizam colectivamente e, por consequência, singularmente.
Literalmente o pobre é pobre porque o quer ser e não nos compete resolver o problema (opinamos todos nós enquanto seguimos o nosso caminho, descansadinhos da vida).

Os valores absolutamente materiais com que nos regemos hoje em dia, abafam por completo os valores morais e humanos que deveríamos exibir. Fruto do “orçamentarismo exacerbado” (mais um “ismo”) hoje em dia todos somos números (todos nós!).
Somos um qualquer número para a área social, somos um qualquer número na área profissional, somos um somatório de vários números aos olhos da sociedade.

O pior é que, fruto desse mesmo “orçamentarismo” bacoco e estúpido, perigosamente e rapidamente evoluímos (todos nós!) de números para encargos sociais. Se adoecermos somos encargo (“malandros querem é baixa!”), se formos para o desemprego somos um encargo (“malandros querem é não trabalhar!”), se nos reformarmos continuamos a ser encargos (“velhos que não fazem nada!”), até atingirmos o ponto de ruptura (já atingido infelizmente), de ver pessoas perfeitamente incapacitadas a terem de voltar a trabalhar porque, apesar de duramente, visivelmente, notoriamente incapacitadas, não se lhes vêm as respectivas baixas médicas renovadas, fruto de “condicionantes”, ou de “erros de análise” (erros de análise? Em situações perfeitamente identificadas? Com pessoas absolutamente inválidas para trabalhar?) …

Tudo isto é culpa nossa, tentem, se puderem, assobiar para o lado, mas somos tão culpados (todos nós!) como os tecnocratas que covardemente se defendem no alto de conceitos de “orçamentaristas”, fruto de Liberalismo, Neoliberalismo, Capitalismo ou outros “ismos” infelizmente e cada vez mais com duras consequências humanas e sociais.


Até para a semana
Diogo Luis

3.11.07

Crónicas do Diogo





Previsões elaboradas com as ajudas prestimosas do conhecido Prof. Astrólogo indiano Thásaki Tásalevhar, e da grande Sexóloga da República Checa Pàxacha Seminouva.

Previsão semanal (depois informo qual…)

Nativos de Carneiro

Semana propícia a grandes eventos, tudo sobre rodas! Vá em frente com os seus projectos! (Esperem…estou a receber umas vibrações esquisitas…bolas, estas são as previsões do mês passado…nem os C.T.T´s esotéricos andam a tempo. Bem, não liguem, vai correr bem na mesma é só ter fé que sim!)

Nativos de Touro

Os nativos de touro terão uma grande semana (excepto se passarem para os lados do Campo Pequeno). Nos negócios estão em grande levam tudo à frente, no amor…hum…não sei se já se viram ao espelho…a coisa não tá famosa…

Nativos de Gémeos

(Vai chamar o teu irmão, não sou nenhum papagaio para andar a repetir as mesmas coisas…)

Nativos de Caranguejo

Calma, nem sempre andar para atrás é sinónimo de atraso, às vezes andar para atrás ajuda, só que tu Caranguejo…bolas... exageras um bocado, não há previsão que resista…

Nativos de Leão

Este signo não tem culpa de ser conotado com os “piolhentos” do Almirante Reis (Marítimo arghh, até me arrepio em dizê-lo). A semana, apesar das conotações com o Marítimo (arghhh), apresenta-se favorável. O nativo de Leão é um ser altivo e esperto, basta dizer que fica deitado e quem caça é a Leoa… (chama-lhe tonto…)

Nativos de Virgem

Sim…pois… Virgem, tá bem tá, olha já agora também acredito no Pai Natal, fala a verdade pá!

Nativos de Balança

A semana vai balançar mas não vai cair. Balança é intuitivo e confiável, menos se estiver na praça do peixe do mercado. Estes nativos medem tudo e todos, é um ser altamente valorativo, o que se costuma chamar um valente “seca”, vai lá ver as medidas que tens em casa vai.

Nativos de Escorpião

GRANDE SIGNO! O MELHOR! O ESCORPIÃO “MANDA” NO UNIVERSO QUE O RODEIA, É, SEM DUVIDA, O SIGNO QUE CONGREGA A S MELHORES FORÇAS ESPIRITUAIS E AS MELHORES ENERGIAS. CAPAZ DE GRANDES PERFORMANCES SEXUAIS, CONSEGUE SEMPRE SATISFAZER TODAS AS SUAS AMADAS (ÁS VEZES TODAS AO MESMO TEMPO) NÃO HAVENDO ATÉ À DATA RELATOS DE INSATISFAÇÃO AMOROSA OU SEXUAL DE QUEM SE RELACIONA COM OS NATIVOS DE ESCORPIÃO! PARA O ESCORPIÃO A SEMANA SERÁ CONCORRIDA (NOVAMENTE)!
(Por acaso eu até sou escorpião e posso modestamente confirmar todos os predicados atrás mencionados…o meu contacto está no Blogue se alguém quiser confirmar “in-loco”…que é como quem diz lá mesmo no…local propriamente dito…)

Nativos de Sagitário

Não se preocupem, Sagitário é um signo que não se sabe bem ainda o que é, por isso vai correr tudo bem como com todos os que não sabem o que são…

Nativos de Gémeos

(… o teu irmão já disse! aiiii)

Nativos de Capricórnio

Uma espécie de Touro mas com outro nome, semana propícia a muita coisa, mas vai depender de si… se se mexer …

Nativos de Aquário

Retirando algumas “algas-daninhas” que sempre aparecem, a semana será super. Os nativos de aquário são seres não muito impulsivos e têm dificuldade em “partir a loiça” (rsrsrs… pudera…)

Nativos de Peixe

Os nativos de Peixe têm também uma semana propícia, para quê não sei…mas propícia é. Os nativos de Peixe, na variante Castanheta para mim são os preferidos, embora os nativos de Peixe da casa planetária de Bodião também constituam boa companhia (rsrsrsrs) …

Nativos de Gémeos
(Se esse é teu irmão gémeo, nem é preciso ser astrólogo para adivinhar o que se passou…)

19.10.07

Crónica do Diogo

Hoje é simples (as coisas simples são as melhores), hoje as palavras estão dispensadas…


Oiçam música, NÃO PENSEM EM NADA…
(aqui vão umas dicas)


http://www.youtube.com/watch?v=Gdi8LzhUwxE
(UMA PÉROLA!!!! que me foi gentilmente “oferecida”, oiçam e oiçam e tornem a ouvir, sempre sem nada na cabeça)

http://www.youtube.com/watch?v=Tu9HPz__3ys
(o “velhinho” levou 30 anos para fazer uma música em condições…há esperança para todos…)

http://www.youtube.com/watch?v=DRoEGtsnrxw
(mais uma pérola “oferecida”, para ouvir em condições “muito especiais”)

http://www.youtube.com/watch?v=pHjLZro4qSY&mode=related&search=
(um clássico, mas “leiam” a letra…não oiçam só)





Até para a semana …

10.10.07

Deserto sem dúvidas nenhumas!!!!!!!!!!!!!

O oásis que desapareça da minha vida!

Todos nós temos alturas nas nossas vidas em que fazemos alguma introspecção pessoal. Estes momentos servem de “balanço pessoal”, de “inventário espiritual”, de requalificação de certas análises de percursos pessoais ou até profissionais (embora neste campo a nossa capacidade de acção ou reacção seja muito condicionada). Estas nossas introspecções abrem-nos também novos horizontes e, sobretudo, revelam-nos novas capacidades de avaliação, sobretudo de avaliação das pessoas que nos rodeiam. De repente damo-nos a analisar o que fizemos e principalmente com quem fizemos e bastas vezes os resultados sobre os que nos rodeiam são perfeitamente estúpidos e desconcertantes, ou seja, certas pessoas que nos rodeiam revelam-se como são, mesquinhas, estúpidas e FALSAS.
Sabem Amigos e Colegas, muitas vezes o nosso percurso de vida assemelha-se à travessia de um deserto, um deserto enorme, inóspito, seco, duro e onde só dependemos de nós no essencial mas onde encaramos certas pessoas como o oásis que procuramos no meio do percurso pelo deserto. Mas não são, ou melhor, muitas vezes esse oásis que procuramos é uma estúpida miragem, muitas vezes esse oásis apenas existe na nossa cabeça porque nós valorizamos erradamente essa pessoa!
Amigos atenção, certos oásis são falsos e não existem! Certos oásis que deveriam estar ali para nos confortar na travessia do deserto são uma miragem fruto da nossa cabeça!
É simplesmente isso Amigos e Colegas, há muito amigo que tomamos como um oásis na nossa vida mas não passa de uma miragem covarde e desonesta.
Por isso, se me perguntam o que escolho para companheiro na “travessia da minha vida” eu sem dúvida nenhuma escolho o deserto! O deserto é verdadeiro, o deserto não é uma miragem falsa e covarde como certos “oásis amigos” que, às vezes erradamente e falsamente nos guiam. Quando chegamos a eles pensando que teremos algum conforto eles simplesmente não existem (são nada). Em matéria de relações pessoais ultimamente tenho navegado pelo deserto por opção própria, assim já sei com o que conto, o deserto a mim não me engana, o deserto passou a ser o meu “porto de abrigo” e o meu Amigo! Por isso Amigos não tenham medo de atravessar desertos das Vossas vidas, os desertos não nos fazem mal nenhum, os supostos oásis das nossas vidas sim! São falsos, são miragens, não esqueçam, há supostos oásis na nossa vida que só servem para camelos, não queiram ser os camelos no oásis, tentem ser o Homem que vence o honesto e verdadeiro deserto!

Até para a semana…
Diogo

12.9.07

Crónicas do Diogo



O Portugalzinho(que é como quem diz a nossa Selecçãozinha de Rugbyzinho) …


A propósito da nossa selecção de Rugby, temos assistido na nossa comunicação social a uma exaltação de valores patrióticos e de participação desportiva tipo “jogo pelo jogo”, que em nada nos abonam enquanto nação. Reparem na exaltação das “vitórias morais”, reparem como o país pára para ver a nossa selecção perder por muitos, reparem como o sentimento muito português (e muito antigo) do “pobrezinho mas honrado” nunca foi tão exaltado como ultimamente, infelizmente e particularmente pelas muitas “mentes brilhantes” da nossa comunicação social, as mesmas que se “assustam” quando o nome de Oliveira Salazar ganha qualquer coisa.
Esta situação fez-me reflectir muito particularmente enquanto português, enquanto cidadão, enquanto parte de uma nação e faz-me sobretudo reflectir em como as nossas metas são invariavelmente e estupidamente baixas. Atenção, não coloco em causa que a nossa selecção deu tudo, não coloco em causa que a nossa selecção tentou ao menos não perder por muitos, que cantou bem a Portuguesa, etc., etc. (qualquer desportista digno desse nome o deve fazer, não por obrigação mas por factores culturais intrínsecos ao desporto). Agora que estes factores só “per-si” sejam motivo de exaltação nacional como foi, e referenciada diariamente como algo de heróico, vai uma enorme distância (sem dúvida nenhuma a distância que medeia o subdesenvolvimento do desenvolvimento desportivo e social). Meus caros amigos, uma derrota é uma derrota, não há nos nossos dias “vitórias morais” e quem pensar que elas existem estará prestes a ser deixado para trás em vários sectores, inclusive, e sobretudo, na nossa vida profissional e particular! A nossa selecção de Rugby já o foi! Em próximos torneios, as selecções das “vitórias morais” não terão acesso! Têm de ganhar se quiserem vencer, para conseguirem ser admitidas entre os melhores! Por isso deixemo-nos de fantasias e comecemos a pensar em situações viradas para o sucesso efectivo. Comecemos a pensar como adultos e não como criancinhas infantilmente felizes com um pequeno rebuçado. Comecemos a balizar-nos por metas que valham a pena. É meio caminho andado para a evolução social e individual que pretendemos mas que não conseguimos alcançar, e, sobretudo, passados 33 anos do 25 de Abril, deixemos para trás os velhinhos slogans dos “pobrezinhos mas honrados”, dos “pão e vinho sobre a mesa”, da “saudinha da boa” e de outros que nos espartilharam a alma e os movimentos enquanto povo, durante muitas décadas.

Até para a semana, um abraço do Diogo.

Crónicas do Diogo

Funchal, 1 de Setembro de 2027

Hoje acordei bem-disposto. Seria sol de pouca dura? Não sei, se calhar… Logo pela manhã desci ao centro no meu carro movido a célula de combustível e estacionei num dos parcómetros do filho do António Henriques (há coisas que nunca mudam).
Saí do carro e vislumbrei ao longe o Mário Gil, lá ia ele e o seu telemóvel de 17ª geração, agora com aquelas mensagens agora por meio de biométrica (já nos longínquos anos dos SMS´s, por volta de 2007, há cerca de 20 anos atrás, ele era assim). É bom quando não mudamos no essencial que somos, só é pena que na cozinha ele só saiba cozinhar rolo de carne. Estou farto de ir lá jantar sempre o mesmo prato!… (ainda haverá nas livrarias virtuais ou de multimédia de agora o velhinho “Livro de Pantagruel”?).
A manhã está bonita!
Já não era sem tempo, isto de não podermos prever o tempo que fará, como em anos passados é uma maçada, mas também quem mandou “aquecer o globo”? Fomos todos nós que o aquecemos! Só agora, mais de 20 anos depois, chegamos a essa conclusão, hoje em dia ninguém foge às suas responsabilidades como antigamente, todos assumem que podem fazer algo, ainda bem, assim poderemos ir lá!
Se calhar por acordar bem-disposto lembrei-me dos meus tempos de faculdade. Antigamente, lá por volta de 2006/2007 havia apenas uma Universidade na Madeira, a velhinha UMa, hoje desactualizada (já na altura não estava muito actualizada). Lembrei-me da minha turma, a B de Ciências da Cultura, malta porreira, pessoal que seguia os seus sonhos, todos eles conseguiram aliar os estudos ao trabalho e à sua vida pessoal. Lembro-me perfeitamente que as minhas colegas quando acabaram o Curso engravidaram logo de seguida (planeamento cuidado), a Cátia, a Tina, a Sandra, a Sónia, a Ana (mas esta é de C. Lobos logo não é façanha nenhuma…), a Margarida, a Susana, o Donato (coisas da medicina moderna, vivemos em 2027 as coisas “evoluíram”, enfim cada um “come do que gosta”…), a todas elas dei sempre o mesmo conselho:
-Em matéria de educar filhos não se preocupem, o que custa são os primeiros 25 anos, depois vai bem!
Diverti-me muito nesses tempos, foi das melhores “coisas” que fiz na vida! Isto de viver é procurar evoluir, e evoluir, é sem dúvida nenhuma nos relacionarmos interpessoalmente, a bem ou a mal tanto faz!
Estou a falar bem, até pareço o novo Vice-Presidente do nosso Governo Regional, o filho do Miguel Albuquerque, o Martim.
Será que o Alberto João vai finalmente sair do Governo?
Se calhar é desta! Não sei é se o neto do Jaime Ramos vai deixar o Alberto João sair…
Por falar em mudanças não posso esquecer de fazer a minha aposta no “Galactico-milhões”, estou com uma “fezada” que é esta semana é que é (alguma vez vou ganhar alguma coisa)!
Bem, este bio-café com adoçante/adelgaçante já “marchou”, tenho agora de ir buscar minha reforma de 253€ que recebo por ter trabalhado uma vida inteira… mesmo assim estou satisfeito, é que o Supremo Presidente da República, o Dr. Francisco Louçã já decretou que as reformas são ilegais, pois ameaçam o “bem-estar orçamental do povo trabalhador”, logo para os que vêem a seguir vai ser muito difícil…

Até para a próxima, espero que estejamos todos bem e de saúde na data de hoje!
Funchal 1 de Setembro de 2027

30.8.07

Up to the mountain: ahead!

"Quando morrem, os ferroviários vão para o céu a bordo de um comboio com asas. Tal e qual. Com passagem pela Rua das Dificuldades e pela Rua dos Arrependidos, que são como o purgatório daqueles que passaram a vida a lidar com carris. Depois, da estação do Pombal para cima, é sempre a subir. Up to the mountain: ahead!

Já ninguém se lembra muito bem de qual foi o inglês que bradou aquilo pela primeira vez. Up to the mountain: ahead! A locomotiva Florisdorf resfolegando vapor pela longa chaminé, o Mount Railway do Funchal abandonando o cais devagarinho em direcção ao topo da montanha, os ingleses muito compostos, sentados com as costas direitas, todos fleuma e elegância, que a um inglês cabe ser o mais civilizado de todos os seres em toda a parte, mas sobretudo fora de casa, para que os selvagens vejam bem visto de que têmpera e classe são feitos os súbditos de Sua Majestade. Lá iam a caminho do Terreiro da Luta, emproados como galgos, muito sérios, capazes mesmo de disfarçar a emoção que tudo aquilo provocava, os silvos da caldeira, as faúlhas do carvão, a nuvem de fumo derramando-se da chaminé. Até que um qualquer, que talvez tivesse passado pelas tascas da poncha antes de embarcar, e que teria, por isso, as faces mais coradas do que os demais, se ergueu do banco, meio ébrio, e, apontando o topo do monte, gritou aquele Up to the mountain: ahead! que os ferroviários ainda gritam quando vão a caminho do céu.

Up to the mountain: ahead!, pois. Tal e qual. A mesma frase que os “chapas” passaram a gritar quando o comboio do monte se punha em movimento – para impressionar os ingleses que vinham curar tuberculoses. O grande escudo metálico rebrilhando-lhes no peito e eles, imitando a bazófia dos bifes, empurravam o peito para fora e gritavam Up to the mountain: ahead! a plenos pulmões, como se anunciassem o início da viagem ao centro da terra, a partida para a descida das vinte mil léguas submarinas, o embarque com Sindbad, o marinheiro. Up to the mountain: ahead!

Parece-me, às vezes, que aindo os oiço e nem sequer estranho. Gosto de imaginar que sobre a Estrada dos Marmeleiros assentam ainda invisíveis, os carris e as cremalheiras do comboio de outrora, resfolgando, a locomotiva empurrando a carruagem dos passageiros na subida, os cinquenta lugares ocupados por velhos ferroviários defuntos, e, porém, felizes, que vão em algazarra por ali acima, tilintando cálices, atirando bonés ao ar e gritando em coro a frase antiga – Up to the mountain: ahead! – enquanto apontam para o topo do monte e riem como se fossem meninos que tivessem descoberto a ausência da gravidade; que lançam pétalas coloridas à passagem pelo Flamengo e que mergulham as mãos enrugadas na Levada de Santa Luzia. Up to the mountain: ahead! Todos cantando em coro como deuses pagãos, dando-se palmadas nas costas e batendo os pés no chão a compasso.

Up to the mountain: ahead!

Às vezes creio que Fernando Pessoa vai e vem com eles, ainda menino de sete anos ao colo da mãe, circunspecto e duro como um bom inglês das colónias, olhando para a paisagem e adicionando ao cântico dos ferroviários a toada daquele comboio descendente onde vai tudo à gargalhada. “Uns por verem rir os outros, outros sem ser por nada”. No comboio descendente, da Confiteira à velha Levada.

Up to the mountain: ahead!

Quando morrem, os ferroviários vão para o céu a bordo de um comboio com asas que guarda o espírito de todos os comboios que já não fazem pouca-terra. E dão boleia aos poetas que falecem adultos sendo ainda pequenos. Um que eu conheço disse-me até, um dia, que o mundo começa e acaba numa gare ferroviária: embarca-se e a vida passa pela janela em contramão.
All aboard?"

MARMELO, Manuel Jorge - O profundo silêncio das manhãs de Domingo. Lisboa : 2007, Edições Quasi, pp. 124-127 .

Manuel Jorge Marmelo nasceu no Porto em 1791 e é jornalista desde 1989. Estreou-se na Literatura em 1996 com o livro “O homem que julgou morrer de amor/O casal virtual”. Já publicou mais de uma dezena de livros. Em 2005 ganhou o Grande Prémio de conto Camilo Castelo Branco e o seu nome consta, desde Julho de 2001, do “Dicionário de Personalidades Portuenses do Século XX”, da Porto Editora, o que o torna o mais jovem dos nomes biografados.

Página pessoal: http://planeta.ip.pt/~ip202503/marmelo.html

29.8.07

Cartas (nada) sombrias

“O sorriso é uma máscara ou um manto que cobre uma multitude de dores.”
(Madre Teresa de Calcutá)

Livro: “Madre Teresa: seja a minha luz” - Cartas pessoais de Madre Teresa de Calcutá.
Autor: reverendo Brian Kolodiejchuk .
Obra a publicar pela editora Doubleplay, Estados Unidos, no próximo dia 4 de Setembro.


“Por favor reze especialmente por mim para que eu não estrague a Sua obra e que Nosso Senhor possa mostrar-se, pois há uma escuridão tão terrível dentro de mim, como se eu estivesse morrido.” (Madre Teresa de Calcutá)

Será publicado pela editora Doubleplay, no próximo dia 4 de Setembro, nos Estados Unidos, o livro “Mother Teresa: Come be my light”, livro este que resulta de uma compilação de cartas pessoais de Madre Teresa de Calcutá.
Através destas cartas pessoais, escritas durante a sua vida de missionária, e apenas agora reveladas, Madre Teresa revela-nos, estranhamente para nós que não estamos habituados a “entender” os nossos semelhantes em vários aspectos, todo o seu lado humano e pessoal. Enquanto, por entre as misérias humanas extremas das ruas de Calcutá, tentava superar todos os obstáculos físicos que se lhe deparavam na implantação da sua grande obra humanitária, revelando em todo este trajecto o seu enorme desprendimento de bens materiais, e, sobretudo, revelando uma fé inabalável e indestrutível, Madre Teresa deixava todas as suas dúvidas existenciais e espirituais para as palavras que escrevia aos seus amigos e guias espirituais.

“Na minha própria alma, sinto a terrível dor da sua perda. Sinto que Deus não me quer, que Deus não é Deus e que ele não existe realmente.” (Madre Teresa de Calcutá)

O lado humano sobressaiu nestas profundas palavras. A condição humana que enfrentava, dia após dia pelas ruas, fazia com que todas as suas dúvidas momentos de fraqueza humana se trespassassem para as palavras que escrevia em privado.
Sobressaltava-se com várias dúvidas, pensava a condição humana e sentia e questionava como todos nós o fazemos, uns mais abertamente outros nem por isso.

“Digo palavras de orações comunitárias e faço de tudo para tirar de cada palavra a doçura que ela tem de transmitir, mas a minha oração já não existe (…) não rezo mais.” (Madre Teresa de Calcutá)

Apenas tenho lido os relatos que aparecem publicados, não tenho, por conseguinte, a leitura particular e o contexto abalizado pelo livro a publicar, mas, com base no que já li, e falando a título muito pessoal, o meu enorme apreço e admiração pela obra feita e pela personalidade desta grande Senhora aumentaram exponencialmente.

“Na minha própria alma, sinto a terrível dor da sua perda. Sinto que Deus não me quer, que Deus não é Deus e que ele não existe realmente.” (Madre Teresa de Calcutá)

Os sentimentos, as dúvidas, as lutas interiores reveladas nestas cartas, revelam-nos que não só no exterior, no concreto da obra, nas ruas de Calcutá, se travaram lutas tremendas. Também no interior da sua obreira principal, no interior da pessoa, da Mulher, Teresa de Calcutá, houve que reunir forças e capacidades sobre-humanas para não sucumbir à miséria humana, como sucumbiram muitas das pessoas que ele tentava ajudar.

“Jesus tem um amor muito especial por si. Quanto a mim, o silêncio e o vazio são tão grandes que olho e não vejo, escuto e não ouço. (Madre Teresa de Calcutá)

Madre Teresa de Calcutá, não conseguia ver nem conseguia escutar. Por vezes, sentia um vazio enorme no seu interior. Quem nunca passou este estado de espírito? Todos nós! Sem excepções todos nós em alguma etapa da nossa vida passámos ou passaremos (para os que levam uma vida mais calma), por semelhantes etapas. Faz parte da vida, faz parte do nosso crescimento interior.
Mas pensem, se Madre Teresa de Calcutá, com todas as dificuldades que nos evidenciou, com todos os contra-tempos, faltas e condições adversas, e, sobretudo agora, com as dúvidas e questões pessoais e espirituais que nos revelou, fez a obra que fez e nos legou, nós com a “vidinha” que levamos temos a obrigação de tentar, sobretudo e ao menos tentar, deixar alguma obra feita em prol dos outros, nem que seja ao menos afortunado que encontramos na beira da estrada por onde passamos todos os dias. Não precisamos de viajar a Calcutá como ela fez, podemos fazê-lo por cá, devemos isso não só a Madre Teresa de Calcutá mas também a nós próprios e aos nossos filhos!

Até para a semana…
Diogo

24.8.07

Terra Sonâmbula, de Mia Couto, chega às salas de cinema no dia 27 de Agosto

"A adaptação para cinema do livro Terra Sonâmbula, com estreia prevista para 27 de Agosto, no decorrer do Festival Internacional de Cinema de Montreal, «respeita o espírito da história», afirma o escritor moçambicano.O livro Terra Sonâmbula foi adaptado para cinema pela realizadora portuguesa Teresa Prata e é a sua primeira longa-metragem, totalmente rodada em Moçambique, num perímetro de 200 quilómetros em redor de Maputo.O filme, passado num cenário de guerra civil em Moçambique, narra a história de Muidinga, um menino de 12 anos que sonha reencontrar a família. Quando encontra o diário de uma mulher que procura o filho, acredita ser ele a criança perdida e vai em busca da mãe, em direcção ao mar. Mia Couto considera que Teresa Prata «conseguiu recolher o essencial da história» mas frisou nunca ter esperado ver este livro espelhado na tela, «porque são duas linguagens criativas diferentes». Nascido em Maputo há 52 anos, o escritor moçambicano mais lido no estrangeiro, já viu outras obras suas adaptadas para cinema. É o caso de O Olhar das Estrelas, realizado por João Ribeiro e baseado no conto Saíde, o lata de Água e Um Rio, de José Carlos Oliveira, numa adaptação da obra literária Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra.Com uma vasta obra publicada em diversos países, Mia Couto recebeu este ano o Prémio União Latina de Literaturas Românticas."

Sobre o(a) autor(a) Mia Couto

16.8.07

Importância de saber viver



“Tese do pensador russo chamado GUERDJEF, que no início do século passado já falava em auto-conhecimento e na importância de saber viver.

Dizia Guerdjef:
"Uma boa vida tem como base o sentido do que queremos para nós em cada momento e daquilo que, realmente, vale como principal".

Assim dizendo, ele traçou 20 regras de vida que foram colocadas em destaque no Instituto Francês de Ansiedade e Stress, em Paris. Dizem os "experts" em comportamento que quem já consegue assimilar 10 delas, com certeza aprendeu a viver com qualidade. Aqui estão as 20 regras de saber viver:

1. Faça pausas de dez minutos a cada duas horas de trabalho, no máximo. Repita essas pausas na vida diária e pense em você, analisando suas atitudes.
2. Aprenda a dizer não sem se sentir culpado ou achar que magoou. Querer agradar a todos é um desgaste enorme.
3. Planeie o seu dia, sim, mas deixe sempre um bom espaço para o improviso, consciente de que nem tudo depende de você.
4. Concentre-se em apenas uma tarefa de cada vez. Por mais ágeis que sejam os seus quadros mentais, você asfixia-se.
5. Esqueça, de uma vez por todas, que você é imprescindível. No trabalho, em casa, no grupo habitual. Por mais que isso lhe desagrade, tudo anda sem a sua actuação, a não ser você mesmo.
6. Abra mão de ser o responsável pelo prazer de todos. Não é você a fonte dos desejos, o eterno mestre-de-cerimónias.
7. Peça ajuda sempre que necessário, tendo o bom senso de pedir às pessoas certas.
8. Diferencie problemas reais de problemas imaginários e elimine-os, porquê são pura perda de tempo e ocupam um espaço mental precioso para coisas mais importantes.
9. Tente descobrir o prazer de actos quotidianos como dormir, comer e tomar banho, sem porém achar que é o máximo a se conseguir na vida.
10. Evite envolver-se na ansiedade e tensão alheias. Espere um pouco e depois retome o diálogo, a acção.
11. Família não é você, está junto de você, compõe o seu mundo, mas não é a sua própria identidade.
12. Entenda que princípios e convicções fechadas podem ser um grande peso, o travão ao movimento e à busca.
13. É preciso ter sempre alguém em quem se possa confiar e falar abertamente ao menos num raio de cem quilómetros. Não adianta estar mais longe.
14. Saiba a hora certa de sair de cena, de retirar-se do palco, de deixar a roda. Nunca perca o sentido da importância subtil de uma saída discreta.
15. Não queira saber se falaram mal de você e nem se atormente com esse lixo mental. Escute o que falaram de bom, com reserva analítica, sem qualquer convencimento.
16. Competir no lazer, no trabalho, na vida a dois, é óptimo… para quem quer ficar esgotado e perder o melhor.
17. A rigidez é boa na pedra, não no homem. A ele cabe firmeza, o que é muito diferente.
18. Uma hora de intenso prazer substitui com folga 3 horas de sono perdido. O prazer recompõe mais que o sono. Logo, não perca uma oportunidade de divertir-se.
19. Não abandone suas três grandes e inabaláveis amigas: a intuição, a inocência e a fé.
20. Entenda de uma vez por todas, definitiva e conclusivamente: Você é o que se fizer.

INESC – Centro de Engenharia Organizacional – http://ceo.inesc.pt/
Ananda Marga – Centro de Yoga e Meditação - http://anandamarga.pt/


Pensamento da semana
Com a devida vénia ao meu amigo Dr. João M.M. Fernandes Castro, psicólogo e sobretudo GRANDE UNIONISTA, transcrevo aqui um P.S. do seu artigo semanal publicado em 27 de Julho no Diário de Notícias:

“Como técnico de saúde mental estou habilitado a lidar com a idiotia. Esta patologia associada a alguma estupidez natural torna-se quase incurável em determinado tipo de indivíduos. Todavia existem panaceias susceptíveis de aliviar esse sofrimento: o cultivo da humildade, a meditação, a auto-flagelação ou o pentear macacos por vezes fazem milagres...”


Até para a próxima…
Diogo Luís